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Dois jovens atletas de corfebol alvo de distintas e honrosas homenagens

No passado dia 1 do corrente, realizou-se no Museu do Desporto em Lisboa uma cerimónia repleta de significado que ultrapassou mesmo a comunidade do corfebol nacional.

Promovido pela Federação Portuguesa de Corfebol, com a presença das mais altas individualidades do desporto nacional, como o próprio Secretário de Estado do Desporto e Juventude, foram entregues os galardões aos dirigentes, técnicos e atletas de corfebol que mais se destacaram na época que agora finda.

Entre outros vários dirigentes destacados do desporto nacional, registamos também a presença do senhor Vereador do Desporto da Câmara Municipal do Seixal, o que também muito nos honrou.

Foi com muito orgulho e vaidade que presenciámos a entrega de dois prémios a dois jovens atletas que iniciaram a prática do corfebol aqui no Alto do Moinho e que continuam a pertencer às nossas fileiras. Foram eles o João Silva, que foi agraciado com o prémio de jogador revelação da 2ª Divisão Nacional e a Beatriz Pesca que recebeu o prémio de melhor jogadora da 3ª Divisão.

Estes prémios atingem ainda um maior significado pela idade dos eleitos. O João com 19 anos e a Beatriz com 16 anos. Dois jovens cheios de talento e com um futuro de muito prestígio no corfebol nacional.

Mercê da qualidade do nosso trabalho que tem sido fantástica, felizmente dispomos de outros jovens também com grande valor e que mereciam também estar entre os galardoados. 

É nossa profunda convicção que o rumo da história é determinado pela ação das populações. No entanto também não desconhecemos que, em cada momento, dentro das instituições, há pessoas que assumem um relevo especial e se transformam em referências e símbolos que acabam por ser decisivos para o sucesso ou insucesso dos grupos.

Pensamos que não seremos excessivos se afirmarmos que estes jovens, apesar da sua tenra idade, desempenham muito bem esse papel no seio da nossa equipa de corfebol.

Conhecemos bem a particular influência, consideração e prestígio que estes jovens detêm junto dos seus pares. Também conhecemos o orgulho, um sentimento bem evidente em toda a equipa e não só, por termos entre nós estes dois jovens.

Sentimentos que já se alargaram à comunidade corfebolística nacional. Pelo que sabemos, o assédio de vários clubes de Lisboa a estes (e outros) jovens tem-se feito sentir com muita intensidade, em alguns casos sem o cuidado de observar as regras mínimas de fair play que deviam ser uma preocupação de todos os envolvidos no fenómeno desportivo.

Não queremos acreditar que, num momento destes, estes jovens procurem outros caminhos. Esta é a sua casa, têm aqui os seus amigos, aqui é que têm aprendido a ser futuros adultos esclarecidos e capazes de enfrentarem os desafios que a vida lhes colocará por toda a sua vida. Uma eventual saída destes jovens, pela influência que assumem na alma, ânimo e força moral de toda a equipa, seria uma potente machadada em toda a motivação, entusiasmo, alegria, crer e empenhamento de todo o grupo.

Ainda mais numa altura em que, tudo o indica, a Federação Portuguesa de Corfebol, num evidente reconhecimento do nosso trabalho, na próxima época, nos vai chamar a disputar a 1ª Divisão Nacional. Este facto deita por terra uma argumentação muitas vezes usada de que a saída para uma Divisão mais elevada, permite uma maior competição, traduzindo-se numa evolução mais qualificada.

Não temos dúvidas que o nosso futuro se apresenta risonho. E também estamos seguros que estes jovens vão contribuir em muito para esse futuro.